Control Resonant

A Remedy Entertainment, uma das principais desenvolvedoras de jogos do mundo, veio ao Brasil durante a gamescom latam 2026 para mostrar as novidades sobre Control Resonant e falar um pouco sobre como as mecânicas evoluíram em comparação às suas últimas experiências. Nós do Canaltech tivemos a oportunidade de conversar de forma exclusiva com Mikael Kasurinen, diretor do novo jogo e que também foi o responsável por obras como o primeiro Control e Quantum Break. Em um papo franco, ele detalhou a conexão entre os games do estúdio e como tudo “se encaixa” no grande plano. A Remedy Entertainment é conhecida por criar jogos com histórias complexas e envolventes, e Control Resonant não é exceção.

De acordo com Kasurinen, apesar de estarem em “espaços separados”, todas as histórias pertencem ao mesmo lugar. Ou seja, de fato a jornada em Control, Alan Wake, Quantum Break e de outros games podem ser integradas de formas diferentes conforme forem lançados. Isso significa que os jogadores podem esperar por conexões entre os games, mas não devem perder o foco das experiências que são apresentadas em cada proposta. O diretor de Control Resonant também aponta que conexões podem existir e que podemos ver mais delas no futuro, mas que não devemos perder o foco das experiências que são apresentadas em cada proposta. A Remedy Entertainment é conhecida por criar jogos com histórias complexas e envolventes, e Control Resonant não é exceção. A equipe de desenvolvimento trabalhou arduamente para criar um jogo que seja tanto uma sequência quanto um novo começo, permitindo que os jogadores sejam apresentados a um novo protagonista e uma nova história, enquanto ainda mantém a essência do que tornou o primeiro jogo tão especial.

Na prática, a Remedy Entertainment não descartaria a participação de Alan Wake, Jesse e outros personagens em outros jogos do próprio estúdio. Porém, o importante é que isso não leve a mudanças bruscas de mecânicas e do que cada aventura propõe ao jogador. Ainda que o novo game conte a história de Dylan, sua irmã ainda terá um papel relevante dentro da narrativa. Parte da jornada do novo protagonista será descobrir o que ocorreu com ela depois dos eventos do primeiro título e como poderá resolver os problemas causados a toda cidade de Nova York. Essa mudança de abordagem também justifica as razões pelas quais o novo título não é chamado de “Control 2” — já que a história passará a ser contada sob um novo ponto de vista e que complementa o que vimos no seu antecessor. A equipe de desenvolvimento trabalhou arduamente para criar um jogo que seja tanto uma sequência quanto um novo começo, permitindo que os jogadores sejam apresentados a um novo protagonista e uma nova história, enquanto ainda mantém a essência do que tornou o primeiro jogo tão especial.

Para o diretor, a franquia não segue o mesmo caminho visto na trama do escritor. A história tem uma abordagem mais ampla conforme avança, o que permite explorar o universo sob o ponto de vista de outras figuras que marcam presença na experiência. A história em Control Resonant começará com um protagonista “sem informações”, como os jogadores que iniciarão a jornada a partir dele. Apesar de quem ver elementos similares entender para onde isso possa levá-los, não terá implicações sérias ao não saber o que ocorre por trás dos seus eventos antes da hora. Ele também explica que a aventura foi feita para todos, até para quem nunca testou os games anteriores do estúdio. Ou seja, não terá amarras para limitar a forma como os jogadores vão aproveitar a experiência no geral. A equipe de desenvolvimento trabalhou arduamente para criar um jogo que seja acessível a todos, independentemente de sua experiência anterior com a franquia.

Durante a gamescom latam 2026, a Remedy Entertainment apresentou um diário de desenvolvimento que mostrou os detalhes da produção de Control Resonant. No vídeo, é possível ver até trechos inéditos da aventura. Ao Canaltech, o estúdio revelou que a aventura representa uma evolução da fórmula que possuíam. Além do fator de combate físico, eles construíram uma estrutura que permite acrescentar elementos sem perder o espírito da história que é contada. Dylan terá muitos aprimoramentos para se movimentar, como a forma que “dobra” as anomalias para benefício próprio. O diretor do jogo reforça que tiveram um esforço maior para trazerem novidades neste quesito, mas nenhum similar ao que injetaram nos combates e formas que ele lida com os conflitos. A equipe de desenvolvimento trabalhou arduamente para criar um jogo que seja tanto uma sequência quanto um novo começo, permitindo que os jogadores sejam apresentados a um novo protagonista e uma nova história, enquanto ainda mantém a essência do que tornou o primeiro jogo tão especial.

Mudar a forma como Dylan age, para não copiar o estilo de Jesse, também foi algo que deu trabalho à Remedy Entertainment. Eles tiveram de aplicar mudanças minuciosas para atender os fãs do primeiro, enquanto traziam novidades na sequência. Este ciclo de que até os equipamentos terão “começo, meio e fim” os ajudou a definir como seria o ritmo de Control Resonant para criar um ambiente que possa ser explorado com este fim. Kasurinen também ressalta as mudanças gravitacionais e como elas atuam dentro deste universo. Como visto nos trailers, a realidade se dobra — de forma similar àquelas vistas em filmes como A Origem (2010) e Doutor Estranho (2016) — e cria várias superfícies que terá de aprender a atravessar. Ele aponta que isso gerou certos desafios durante o desenvolvimento, mas que estão satisfeitos com os resultados que atingiram dentro das mecânicas apresentadas. A equipe de desenvolvimento trabalhou arduamente para criar um jogo que seja tanto uma sequência quanto um novo começo, permitindo que os jogadores sejam apresentados a um novo protagonista e uma nova história, enquanto ainda mantém a essência do